Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Pelecaniformes
Família: Ardeidae
 Leach, 1820
Espécie: E. gularis

Nome Científico

Egretta gularis
(Bosc, 1792)

Nome em Inglês

Western Reef-Heron


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Garça-negra

Descrição sucinta, nomes comuns, localização…

Nome Científico

Seu nome significa significa: do (francês) aigrette = garça; e do (latim) gularis, gula = garganta. ⇒ Garça garganta. Referência a garganta de coloração distinta desta espécie.

Características

Mede entre 55 e 65 centímetros de comprimento e pesa ente 280 e 710 gramas. Sua envergadura mede entre 86 e 104 centímetros.
Esta espécie apresenta plumagem com duas colorações distintas: a fase clara e a fase escura. Na fase clara se apresenta muito parecida com a garça-branca-pequena Egretta thula, entretanto seu bico é mais robusto e ligeiramente curvo. Na fase escura o adulto apresenta coloração geral cinza ardósia escuro que contrasta com sua garganta branca. Na região posterior da cabeça apresenta plumas longas e finas. Suas asas possuem pequena mancha branca especialmente visível quando a ave está em voo. Suas pernas são acinzentadas e escuras com os pés na coloração amarelo-esverdeado, bastante similar aos pés da garça-branca-pequena Egretta thula.
O jovem da espécie na fase escura apresenta coloração branca mesclada de cinza em várias graduações de acordo com a idade da ave.

Subespécies

Possui duas subespécies reconhecidas:

(Clements checklist, 2014).

Fotos das subespécies de Egretta gularis
(ssp. gularis) (ssp. schistacea)

Alimentação

Estas aves perseguem suas presas em águas rasas, muitas vezes correndo ou mexendo os seus pés; eles também podem ficar parados e esperar suas presas em emboscadas. Comem peixes, crustáceos e moluscos.

Reprodução

Hábitos reprodutivos…

Hábitos

Outros hábitos…

Distribuição Geográfica

Residente na África é um exemplo didático de espécie vagante transoceânica registrada no Brasil em Fernando de Noronha-PE, em duas ocasiões distintas em 1996 e 2004 (Silva-e-Silva & Olmos, 2006) e no Arquipélago de São Pedro e São Paulo em 2006. Ambos os indivíduos registrados neste último local permaneceram lá saudáveis, alimentando-se por pelo menos oito meses de fevereiro a setembro (Fedrizzi et al., 2007). Também existe um registro fotográfico adicional para Fernando de Noronha em Dezembro de 2006 (WikiAves, 2016).

Referências

Galeria de Fotos